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Flagrante: o que fazer nas primeiras horas para proteger seus direitos?

Flagrante: o que fazer nas primeiras horas para proteger seus direitos?, Criminal e Defesa, Silva Pinto Sociedade de Advogados, Belo Horizonte
Nas primeiras horas após o flagrante, mantenha a calma, exerça o direito ao silêncio e acione a defesa. A atuação técnica na custódia pode influenciar os desdobramentos do caso.

Nas primeiras horas após um flagrante, a recomendação prática é manter a calma, exercer o direito ao silêncio e acionar a defesa imediatamente, evitando assinar declarações sem orientação. Em regra, esse cuidado preserva garantias legais e permite que a defesa atue desde o auto de prisão em flagrante até a audiência de custódia.

Quais são meus direitos logo após o flagrante?

Você pode permanecer em silêncio e não produzir prova contra si. Também pode ser assistido por advogada ou advogado de confiança. Esses direitos decorrem da Constituição e da legislação processual. Usá-los não é sinal de culpa, é exercício de garantia legal.

  • Direito ao silêncio, falar somente com orientação para evitar versões precipitadas.
  • Assistência por advogado, presença desde o auto de prisão em flagrante.
  • Comunicação à família e ao advogado, a ser viabilizada pela autoridade.

O que a defesa faz nas primeiras horas?

A equipe de Criminal e Defesa pode acompanhar a lavratura do auto de prisão em flagrante, verificar a legalidade dos atos e requerer providências. Entre as medidas possíveis, conforme o caso:

  • Conferir se o flagrante é válido e se prazos e formalidades foram observados.
  • Solicitar registro de lesões, exames e diligências úteis ao esclarecimento dos fatos.
  • Preparar a audiência de custódia, que em regra ocorre em prazo curto, conforme a legislação.
  • Requerer liberdade provisória, medidas cautelares diversas da prisão ou relaxamento da prisão quando houver indícios de ilegalidade.

O que é a audiência de custódia e o que pode acontecer?

A audiência de custódia é o ato em que a pessoa é apresentada a uma autoridade judicial para avaliar a legalidade e a necessidade da prisão, além de eventual registro de violência ou abuso. Podem ocorrer, conforme o caso:

  • Relaxamento da prisão quando houver ilegalidade evidente.
  • Liberdade provisória, com ou sem medidas cautelares.
  • Conversão em prisão preventiva, quando presentes requisitos legais.

Devo falar com a polícia sem advogado?

Em regra, não. O direito ao silêncio existe para evitar declarações precipitadas que possam ser mal interpretadas. É recomendável aguardar a presença da defesa. Se optar por falar, que seja orientado por profissional, com registro fiel do que foi dito.

Quais documentos e informações ajudam a defesa?

Organize, quando possível:

  • Dados de contato de familiares e testemunhas.
  • Comprovantes de trabalho e endereço fixo.
  • Registros de saúde, receituários e eventuais laudos.
  • Fotos, mensagens, e-mails ou outros elementos que ajudem a esclarecer os fatos.

Atuação local em Belo Horizonte ajuda?

A atuação próxima aos órgãos de segurança e ao foro pode facilitar providências práticas, como acesso aos autos e presença na custódia. A Silva Pinto Sociedade de Advogados atua em Belo Horizonte, Barro Preto, com foco em Criminal e Defesa, mantendo clareza, técnica, sigilo e acolhimento.

Preciso de advogada em todos os casos?

A lei assegura o direito de defesa técnica. Na prática, ter orientação desde o início pode reduzir riscos, evitar nulidades e qualificar os pedidos na audiência de custódia. Cada situação é única e depende de análise específica.

Conteúdo informativo; cada caso depende de análise.
Fale com o escritório, com sigilo.

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Explique brevemente o que está acontecendo. A primeira conversa serve para entender o contexto, organizar as informações iniciais e indicar quais caminhos jurídicos podem fazer sentido.

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