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Alienação parental: o que é e o que fazer?

Alienação parental: o que é e o que fazer?, Família e Cível, Silva Pinto Sociedade de Advogados, Belo Horizonte
Alienação parental é a interferência de um responsável para afastar a criança do outro genitor. O caminho envolve reunir elementos e adotar medidas previstas na legislação, sempre pelo melhor interesse da criança.

Alienação parental é, em regra, a interferência de um responsável na formação psicológica da criança ou adolescente para afastá-la do outro genitor. Diante de sinais, o passo inicial costuma ser reunir elementos, documentar ocorrências e buscar orientação em Família e Cível para avaliar medidas previstas na legislação aplicável, como advertência, regulamentação de convivência, acompanhamento psicológico, perícia psicossocial e, em situações graves, revisão da guarda, sempre pelo melhor interesse da criança.

O que é alienação parental na prática?

Trata-se de condutas que podem dificultar ou romper o vínculo com o outro genitor, como impedir contatos, desqualificar de forma reiterada, omitir informações escolares e de saúde, ou apresentar relatos da criança que refletem falas adultas. A legislação aplicável conceitua a prática e autoriza o Judiciário a adotar medidas proporcionais ao caso.

Quais são os sinais mais comuns?

  • Recusa de convivência sem motivo aparente ou mudança brusca de afeto
  • Fala adulta repetida pela criança e desqualificação do outro genitor
  • Obstáculos frequentes a visitas, chamadas e eventos escolares
  • Omissão de informações relevantes de saúde e rotina
  • Campanha de desmoralização ou criação de falsas memórias, a depender da prova

Conteúdo informativo, sinais isolados não bastam. É necessária análise técnica do contexto familiar.

O que fazer ao identificar indícios?

  • Registrar fatos: datas, mensagens, e-mails, boletins escolares, prontuários
  • Evitar confrontos diante da criança, priorizando comunicação escrita e respeitosa
  • Buscar orientação jurídica em Família e Cível para definir estratégia
  • Considerar pedido judicial, que pode incluir, conforme a legislação aplicável: advertência, regulamentação ou readequação da convivência, acompanhamento psicológico, perícia psicossocial, multa e, em casos sérios, eventual alteração de guarda
  • Avaliar mediação ou composição, quando possível e seguro

Como a Justiça avalia e quanto tempo pode levar?

O Judiciário decide, em regra, com base no melhor interesse da criança, ouvindo profissionais técnicos e, quando adequado, colhendo depoimento em ambiente protegido. Pode haver perícia psicossocial e relatórios técnicos. O tempo varia conforme a complexidade, a necessidade de provas e a agenda dos serviços, podendo ir de alguns meses a mais de um ano.

É sempre alienação? Como diferenciar de proteção necessária?

Nem todo conflito de guarda configura alienação. Há situações em que a restrição de contato pode ser medida de proteção, como suspeitas fundamentadas de violência doméstica ou riscos previstos em normas de proteção da infância. Nesses cenários, medidas protetivas podem ser cabíveis. A distinção depende de indícios, avaliações técnicas e do conjunto probatório.

Preciso de advogada e como a atuação ajuda?

A atuação jurídica organiza provas, define pedidos proporcionais, acompanha perícias, busca soluções consensuais quando viáveis e requer medidas cabíveis, quando necessário. Em Belo Horizonte, no Barro Preto, a equipe da Silva Pinto Sociedade de Advogados, na frente de Família e Cível, pode orientar sobre guarda, regulamentação de convivência e aplicação da legislação pertinente.

Perguntas rápidas

A criança será ouvida?

Pode ser, de forma adequada à idade, preferencialmente em ambiente protegido e com equipe técnica, quando o Juízo entender necessário.

Posso gravar conversas para provar?

A gravação em que você participa pode ser aceita, dependendo do contexto e da licitude da prova. Avalie juridicamente antes de usar.

Alienação parental é crime?

Não há, em regra, tipificação penal específica sobre alienação parental. As consequências tendem a ser cíveis e processuais, como advertência, multa e ajustes de guarda e convivência.

Conteúdo informativo; cada caso depende de análise. Fale com o escritório, com sigilo.

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Explique brevemente o que está acontecendo. A primeira conversa serve para entender o contexto, organizar as informações iniciais e indicar quais caminhos jurídicos podem fazer sentido.

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